
Proposta comercial · VAR-ICM-2026-001
Co-Piloto de
Consultoria ICOM
Base de conhecimento que transforma o método de consultoria da ICOM em dois ativos: um digital twin do consultor e os processos de consultoria mapeados e ritualizados. O sistema parte do Raio-X Estratégico, lê os relatórios de sessão e as trocas de WhatsApp, e entrega ao consultor um plano de ação diagnosticado, acompanhado pelo cliente como checklist. Integrado ao CRM interno da ICOM.
Demanda e objeto · 01Seção 01
Demanda e objeto
A Variance foi demandada a construir um co-piloto que acompanhe a atuação dos mentores e consultores da ICOM. O sistema parte do Raio-X Estratégico para estabelecer ponto de partida, cenário e objetivos de cada cliente; executa o processo de consultoria, do entendimento do problema até o plano de ação; lê os relatórios produzidos após cada sessão e as trocas de WhatsApp com o cliente ao longo da jornada; e mantém o plano de ação vivo, com o consultor conduzindo e o cliente acompanhando por checklist.
O foco do projeto é construir base de conhecimento. Antes de ser software, este é um projeto de construção de ativo. Dois ativos, detalhados em 2.1:
- 01Um digital twin do consultor, que é o modelo de como quem conduz bem lê um cliente e decide.
- 02Os processos de consultoria mapeados como um framework, que é o método escrito com momento definido para cada etapa.
O software existe para que esses dois ativos operem cliente a cliente, em vez de ficarem em documento. E a consequência comercial disso está na seção 6: o ativo fica com a ICOM, e esta proposta não contrata nada recorrente.
Pré-condição técnica. A solução se acopla ao CRM interno da ICOM. O co-piloto é sistema próprio, com frontend e backend, publicado em infraestrutura definida pela ICOM, e integrado ao CRM que já existe. Não há substituição de sistema nesta proposta.
Produtos em escopo: SucessOdonto e Select.
Solução proposta · 02Seção 02
Solução proposta
Dois ativos, dez módulos, um motor. O co-piloto é sistema próprio, publicado na infraestrutura da ICOM e integrado ao CRM interno.
2.1 Os dois ativos que este projeto constrói
O digital twin do consultor. É o modelo de como o consultor que conduz bem lê um cliente e decide: que problema ele enxerga a partir de que sinal, que causa ele investiga primeiro, que solução ele associa a que quadro, que ação ele pede antes de qualquer outra, e o que ele nunca faz. Esse modelo vive no CP1, versionado, com cada entrada referenciável, e é o que o motor consulta em cada um dos cinco passos.
O que digital twin quer dizer aqui, e o que não quer dizer. Quer dizer modelo de decisão consultável: dado o quadro de um cliente, o sistema devolve a leitura e a conduta que o método da ICOM associa àquele quadro, com a referência que sustenta. Não quer dizer réplica de pessoa. O co-piloto não fala em nome de ninguém, não conduz sessão, não decide sozinho e não substitui o consultor. A validação é humana nos cinco passos, e isso está escrito como cláusula em 7.2.
Os processos de consultoria mapeados como um framework. Mapear é escrever o processo que já existe na prática: os cinco passos de 2.3, cada um com entrada, saída e critério de parada. O framework estabelece quando cada coisa acontece e quem faz: o Raio-X antes de começar, o motor rodando antes da primeira reunião, a primeira reunião servindo para validar o plano, o checklist operando entre sessões, a releitura acontecendo a cada sessão e a cada troca de WhatsApp, e a coordenação revisando a carteira na cadência do produto.
Por que os dois juntos. Digital twin sem framework produz boa leitura que chega no momento errado, ou não chega. Framework sem digital twin produz cadência disciplinada com conteúdo que varia conforme quem está na sala. Os dois juntos são o que faz a condução de quem conduz melhor chegar ao cliente atendido por quem ainda está amadurecendo.
O que a ICOM tem no fim. Uma base de conhecimento versionada, com o método escrito e referenciável, publicada na infraestrutura dela, operando dentro do framework da própria jornada. É ativo dela, e não depende de contrato contínuo com a Variance para continuar funcionando.
Solução proposta · 022.2 Os dez módulos
| Módulo | O que é |
|---|---|
| CP1. Knowledge Base: o digital twin do consultor | O ativo central. Reúne o método da ICOM em forma consultável: processo de consultoria, régua de KPI, taxonomia por produto, catálogo de problemas, causas associadas, soluções e ações que as compõem, mais o padrão de condução extraído do histórico da jornada. Versionada, com cada entrada referenciável. É o que separa um co-piloto que referencia de um gerador de opinião |
| CP2. Ingestão e leitura da jornada | Lê as três fontes: o Raio-X Estratégico do cliente, o relatório produzido após cada sessão e as trocas de WhatsApp com o cliente. Extrai temas, problemas relatados, decisões, compromissos, dores declaradas, sinais de risco e sinais de maturidade, sempre com o trecho de origem citado |
| CP3. Motor de consultoria | O processo ritualizado em execução. Percorre os cinco passos sobre o que o CP2 leu, consultando o digital twin em cada um: entendimento do problema, diagnóstico, cruzamento com as prioridades e dores do cliente, definição da solução e definição do plano de ação. Detalhado em 2.3 |
| CP4. Plano de ação: geração, condução e checklist | O plano que o CP3 produz vira artefato operável: o consultor conduz e ajusta, o cliente acompanha como checklist com andamento registrado, e o andamento volta a alimentar o motor na leitura seguinte |
| CP5. Resposta assistida no WhatsApp | Recebida uma pergunta do cliente, o co-piloto redige a resposta cruzando três coisas: o histórico daquele cliente na jornada, o perfil dele (produto, maturidade, plano de ação em curso) e a pergunta feita. A resposta é sugerida ao profissional, que decide o que enviar |
| CP6. Camada de produto | Antes da regra vem o produto. Cada saída do motor é escrita no vocabulário do produto em que o cliente está, em duas variantes, SucessOdonto e Select. É o módulo que impede a recomendação genérica |
| CP7. Integração com o CRM interno da ICOM | O acoplamento: leitura do cadastro de cliente, de profissional e de jornada |
| CP8. Backend | Modelo de dados, tabelas e versionamento da Knowledge Base |
| CP9. Frontend | Uma superfície: a do mentor e do consultor, com plano de ação, diagnóstico e referência por cliente |
| CP10. Publicação e transferência de operação | Deploy na infraestrutura definida pela ICOM, com homologação, produção e procedimento de atualização, mais a documentação de operação e o procedimento de manutenção da Knowledge Base, para a ICOM operar sem depender da Variance |
Solução proposta · 022.3 O motor de consultoria, os cinco passos
Esta é a parte que exige construção de método, não só de software. O co-piloto não emite sugestão solta: ele percorre, para cada cliente, o processo de consultoria em cinco passos, e cada passo tem entrada, saída e critério de parada declarados.
Entendimento do problema.
O motor parte do Raio-X e do que o CP2 leu da jornada e enuncia o problema em termos operacionais: qual é, em que dimensão da operação da clínica está, desde quando aparece e com que trecho de origem. O sintoma que o cliente relata e o problema que o sintoma indica são registrados separados.
Diagnóstico.
O problema enunciado é classificado contra o digital twin: que tipo de problema é, quais causas prováveis a base associa a esse padrão em clientes de perfil semelhante no mesmo produto, e o que precisaria ser verificado para confirmar cada causa. Toda hipótese sai com a verificação que a confirmaria ao lado. Onde a base não tiver lastro para o padrão, o motor escreve que não tem, e o passo termina em pergunta ao consultor, não em suposição.
Cruzamento com as prioridades e as dores declaradas pelo cliente.
O diagnóstico é confrontado com o que o cliente disse que dói e com a ordem em que ele disse que dói, colhida do Raio-X, das sessões e das trocas de WhatsApp. Três saídas possíveis, e todas explícitas: o diagnóstico e a dor declarada coincidem, e a prioridade está resolvida; a dor declarada é sintoma do problema diagnosticado, e o motor mostra a ligação para o consultor usar na conversa; ou os dois divergem, e nesse caso o motor não escolhe sozinho, apresenta as duas leituras com a divergência nomeada. Este é o passo que evita o plano de ação tecnicamente correto e comercialmente rejeitado.
Definição da solução.
Para o problema diagnosticado e priorizado, a solução que o digital twin associa a bons resultados naquele produto, escrita no vocabulário do produto pelo CP6. Quando a base tiver mais de um caminho para o mesmo problema, os dois são apresentados com o critério que os separa, e a escolha é do consultor.
Definição do plano de ação.
A solução desdobrada em ações: o que fazer, quem faz (clínica ou ICOM), em que ordem, em que prazo e como se verifica que foi feito. Cada ação nasce com critério de conclusão verificável, porque é isso que permite ao cliente marcar como feita e ao consultor cobrar sem ambiguidade. O plano tem tamanho limitado por desenho: o motor entrega o conjunto de ações que cabe até a próxima sessão, não a lista completa do que a clínica poderia fazer.
O que o motor nunca faz. Não pula o passo b para chegar no d. Não emite plano de ação sem o diagnóstico que o originou anexado. E não substitui o consultor na decisão: em todos os cinco passos a saída é proposta com referência citada, e a validação é humana.
Solução proposta · 022.4 A jornada, na prática
O cliente novo responde o Raio-X Estratégico.
Como hoje, antes de começar a jornada.
O motor roda e produz o plano de ação.
O co-piloto lê os blocos do Raio-X, percorre os cinco passos de 2.3 e entrega, antes da primeira reunião, o problema entendido, o diagnóstico com as causas prováveis e suas verificações, o cruzamento com as prioridades que o cliente declarou, a solução proposta e o plano de ação desdobrado em ações com prazo e critério de conclusão.
A primeira reunião valida o plano de ação.
O consultor não entra para levantar: entra com plano na mão para validar, ajustar e acordar com o cliente. O que o cliente mudar na reunião é registrado, e o plano validado passa a ser o contrato de execução daquela jornada.
O cliente executa com checklist, e o consultor acompanha.
O cliente vê o próprio plano de ação como checklist, com as ações que são dele, o prazo acordado e o critério de conclusão de cada uma, e registra o andamento. O consultor vê o mesmo plano com o andamento em tempo real, por cliente e por carteira, e conduz.
Cada sessão e cada troca de WhatsApp realimentam o motor.
O relatório da sessão e as conversas entram pelo CP2, o motor percorre os cinco passos outra vez e o plano é atualizado: ação concluída sai, problema novo entra com diagnóstico próprio, prioridade que mudou é reordenada, e divergência entre o que foi acordado e o que está acontecendo é sinalizada ao consultor antes da próxima sessão.
A pergunta do cliente no WhatsApp recebe resposta assistida.
Chegou pergunta, o CP5 redige a resposta com o histórico e o perfil daquele cliente e a entrega ao profissional, que revisa e envia. O que foi enviado fica no histórico e passa a valer como contexto na leitura seguinte.
Escopo · 03Seção 03
Escopo: o que está dentro
3.1 Está dentro
- 01Knowledge Base com o digital twin do consultor, construída, carregada e versionada (CP1)
- 02Processo de consultoria mapeado, escrito passo a passo com entrada, saída e critério de parada, e implementado no motor (CP1 e CP3)
- 03Ingestão e leitura das três fontes, Raio-X, relatório de sessão e trocas de WhatsApp, com citação do trecho de origem (CP2)
- 04Motor de consultoria, os cinco passos de 2.3, com diagnóstico anexado a cada plano (CP3)
- 05Plano de ação: geração, condução pelo consultor e checklist do cliente com registro de andamento (CP4)
- 06Resposta assistida no WhatsApp, com sugestão ao profissional e envio sob decisão dele (CP5)
- 07Camada de produto em duas variantes, SucessOdonto e Select (CP6)
- 08Integração com o CRM interno da ICOM, leitura e gravação
- 09Backend com modelo de dados, versionamento e auditoria
- 10Frontend do profissional
- 11Publicação em homologação e em produção na infraestrutura da ICOM, com documentação de operação e procedimento de manutenção da Knowledge Base (CP10)
Como entregamos · 04Seção 04
Como entregamos
Quatro fases contratadas, cada uma com entregável nomeado e gate de saída. Fase não avança sem gate aprovado.
| Fase | Atividade | Entregável | Gate de saída |
|---|---|---|---|
| 1. Assessment 2 SEMANAS | Acesso ao CRM interno, ao acervo de relatórios e ao histórico de trocas de WhatsApp. Inventário das três fontes: volume, formato, período e cobertura por produto. Mapeamento do processo com a coordenação: os cinco passos como são hoje, catálogo de problemas, causas, soluções e ações, por produto | Mapa de Deployment Gap | Inventário das três fontes fechado, processo de consultoria mapeado e régua de resultado definida por escrito |
| 2. Arquitetura e Estrutura 3 SEMANAS | Desenho da Knowledge Base e do digital twin, especificação dos cinco passos do motor com critério de parada de cada um, framework definido por produto, modelo de dados, taxonomia por produto, especificação da integração com a TI da ICOM | Blueprint da Solução | Blueprint aprovado, framework validado com a coordenação em duas sessões, e formato de integração homologado pela TI |
| 3. Engineering & Conexões de Dados 3 SEMANAS | Backend, frontend, integração com o CRM, ingestão das três fontes, motor de consultoria, plano de ação com checklist, resposta assistida no WhatsApp, carga da Knowledge Base v1 e publicação em homologação | Piloto Integrado | Piloto em homologação lendo relatório e conversa reais, percorrendo os cinco passos, emitindo plano de ação com diagnóstico anexado e referência citada, e com o checklist do cliente operando |
| 4. Prova 2 SEMANAS | Piloto com um recorte de duplas reais e de clientes reais nos dois produtos. Curadoria das saídas contra resultado, calibração do motor, ajuste da Knowledge Base, duas sessões de habilitação da equipe, entrega da documentação de operação | Painel de KPI, mais Knowledge Base versionada e documentada | Dashboard e go-live em produção |
Prazo indicativo
10 semanas até o go-live
O cronograma começa a contar na liberação dos itens do passo 2 da seção 9. É prazo comprimido, e isso está dito de propósito. As dez semanas assumem os pré-requisitos da seção 7.3 liberados no início e as agendas de validação da fase 2 e de habilitação da fase 4 marcadas antes de a fase 1 começar. A fase 3 depende do formato de integração fechado na fase 2, e a ingestão de WhatsApp depende do canal definido no pré-requisito 4. Se o ponto de acoplamento ao CRM interno ou o acesso ao canal de conversa exigirem desenvolvimento do lado da ICOM, a fase 3 desloca.
Investimento · 05Seção 05
Investimento
5.1 O preço
Preço fechado
R$ 35.000
para entregar o co-piloto, das fases 1 a 4. Sem recorrente.
| Componente | Modalidade | Valor |
|---|---|---|
| Co-Piloto de Consultoria, fases 1 a 4 | preço fechado, forma de pagamento a combinar | R$ 35.000 |
| Infraestrutura, modelo de linguagem e canal de WhatsApp | custo da ICOM, sem markup | ver 5.2 |
O que o valor cobre. Os dez módulos da seção 2.2 e as quatro fases da seção 4, do primeiro acesso ao go-live em produção: a Knowledge Base com o digital twin do consultor, o processo de consultoria mapeado, o motor dos cinco passos, a resposta assistida no WhatsApp, a camada de produto dos dois produtos em escopo, a integração com o CRM interno, o backend, o frontend, a publicação em homologação e produção e a documentação de operação.
5.2 Custos de terceiro, sem markup
Infraestrutura de publicação, consumo de modelo de linguagem e, se o canal exigir, o custo da API oficial de WhatsApp são custos de terceiro e são da ICOM. Onde algum deles precisar transitar pela Variance durante o projeto, vai pelo valor de nota, sem acréscimo. A fase 2 entrega a estimativa mensal desses custos com a metodologia de cálculo aberta, e a fase 4 confirma o valor com uso real medido antes do go-live, para a ICOM saber com que custo de operação fica. Onde a ICOM já operar o ambiente ou já mantiver o canal, não há nada a repassar.
Compromissos e condições · 07Seção 07
Compromissos e condições
7.1 O que acontece depois do go-live
Depois do go-live o sistema fica publicado na infraestrutura da ICOM, com a Knowledge Base versionada, a documentação de operação entregue e a equipe habilitada nas duas sessões da fase 4. Correção de defeito, evolução, curadoria das saídas e atualização do benchmarking depois do go-live são escopo separado, orçável quando a ICOM quiser, e a decisão não precisa ser tomada agora.
7.2 Cinco compromissos que valem como cláusula
Estes cinco limitam o que a Variance pode entregar, e estão aqui porque são o que separa um co-piloto confiável de um gerador de opinião.
- 01Nenhuma saída é emitida sem referência citada. Todo diagnóstico, solução, ação e resposta sugerida traz o que a sustenta: o trecho de origem que a disparou e a entrada da Knowledge Base que a fundamenta. Saída sem lastro não é emitida, mesmo que pareça útil.
- 02Número lido de ata ou de conversa não vira indicador. Registro em texto livre, ainda mais quando gerado automaticamente, carrega erro de transcrição numérica. Ata e conversa servem para tema, problema, decisão e compromisso. Valor entra por sistema, nunca por leitura de texto.
- 03Nenhum valor ausente é estimado, completado ou substituído por proxy sem que a substituição esteja declarada no entregável. Onde o dado não existe, o entregável escreve que não existe, e o passo do motor termina em pergunta ao consultor.
- 04Nenhuma saída afirma causalidade. Toda leitura é associativa, e o desenho do teste que provaria causa vai junto, para a ICOM poder cobrar a prova.
- 05Saída que não sobrevive à curadoria do piloto não vai para produção. A curadoria da fase 4 compara o que foi recomendado com o que aconteceu no piloto, e o que não se sustenta sai da Knowledge Base antes do go-live, ainda que a equipe tenha gostado. O procedimento dessa curadoria é entregue junto da base, para a ICOM continuar aplicando depois.
Compromissos e condições · 077.3 Pré-requisitos e dependências da ICOM
O cronograma de dez semanas depende destes itens. Atraso em qualquer um desloca a fase correspondente, e o deslocamento é comunicado por escrito no dia em que for identificado.
- 01Responsável técnico nomeado pela ICOM para o CRM interno, para decidir sobre ponto de acoplamento e credencial.
- 02Ponto de acoplamento ao CRM interno confirmado, com ambiente de homologação e credencial de acesso, até o fim da fase 1.
- 03Acervo de relatórios de sessão disponibilizado para inventário na fase 1, com o período mais longo que existir, em qualquer formato.
- 04Canal de WhatsApp definido e histórico acessível. Qual sistema opera o WhatsApp com o cliente hoje, se é API oficial ou aparelho, de quem é o número, e por que via o histórico e as mensagens novas chegam ao co-piloto. Sem este item, o CP2 lê apenas relatório de sessão e o CP5 não é entregável.
- 05Acesso a quem detém o método, com agenda marcada antes do início da fase 1. O mapeamento do processo de consultoria é feito com a coordenação e com os profissionais de referência. É o insumo do digital twin, e em dez semanas não há folga para remarcação.
- 06O que já existe escrito de método disponibilizado: processo, régua de KPI, catálogo de problemas e soluções por produto, quadro de competências.
- 07Decisão sobre onde o cliente acessa o checklist, se em ambiente que a ICOM já opera ou na superfície do co-piloto, e como o cliente é autenticado.
- 08Definição do previsto de cadência por produto, ou a informação explícita de que em determinado produto o ritmo é acordo com o cliente e não norma.
- 09Definição de qual instrumento mede satisfação hoje, em que grão e com que cobertura.
- 10Ambiente de publicação definido, com a decisão sobre onde a solução roda e quem administra.
- 11Quem opera depois do go-live, nomeado até a fase 4, para receber a documentação, o procedimento de manutenção da Knowledge Base e as duas sessões de habilitação.
Compromissos e condições · 077.5 Premissas assumidas
Estas premissas foram assumidas para escrever a proposta. Cada uma é confirmada na fase 1, e a que não se confirmar gera revisão de escopo antes da fase 2, não depois.
- 01O CRM interno é sistema identificado, com ponto de acoplamento disponível. Se o acoplamento depender de sistema ainda em construção, a fase 3 é replanejada em conjunto e o prazo revisto.
- 02O processo de consultoria existe na prática e é enunciável em sessão de trabalho, mesmo que hoje não esteja escrito. O que a fase 1 faz é escrevê-lo, não criá-lo. Se o processo variar tanto entre profissionais que não haja padrão a escrever, isso é achado do Mapa de Deployment Gap e muda o escopo do digital twin antes da fase 2.
- 03O relatório de sessão existe nos dois produtos em escopo, ainda que em formatos diferentes. O CP2 é desenhado para tratar formato heterogêneo em vez de exigir uniformização prévia.
- 04A troca de WhatsApp com o cliente ocorre em canal a que a ICOM tem acesso legítimo, e o tratamento desse conteúdo está coberto pela relação contratual da ICOM com a clínica. Se não estiver, o item entra no ajuste da fase 1 antes de qualquer ingestão.
- 05O Raio-X Estratégico é o instrumento de entrada de todo cliente novo nos dois produtos em escopo.
- 06SucessOdonto e Select compartilham natureza de atuação suficiente para que uma camada de produto com duas variantes atenda os dois. A fase 1 confirma; se a distância for maior que a premissa, a camada ganha variante e o escopo é revisto antes da fase 2.
- 07A ICOM assume a operação depois do go-live, com a documentação e o procedimento entregues na fase 4 e a equipe habilitada. É o que permite a esta proposta não ter recorrente.
- 08A jornada permanece como é. O co-piloto se adapta ao processo, e não o contrário. As duas mudanças de ritual previstas estão nomeadas: a primeira reunião passa a começar com plano de ação na mesa, e o cliente passa a ter checklist.
Por que a Variance · 08Seção 08
Por que a Variance
8.1 Uma entrega comparável
8.2 A competência técnica que este projeto exige
Quatro, e são específicas deste projeto, não credencial geral.
Transformar método de especialista em ativo executável.
É o centro deste projeto. O digital twin não é um resumidor de texto: é o processo de consultoria da ICOM desdobrado em cinco passos, com entrada, saída e critério de parada declarados por passo, e com o catálogo de problemas, causas, soluções e ações escrito de forma referenciável. Construir isso exige tirar de quem executa bem o que ele faz em cada etapa, e escrever de modo que um sistema percorra sem pular o passo difícil.
Integrar ao sistema que já existe, em vez de propor substituí-lo.
A Frente B da Variance é exatamente isto: automação e aplicação sob medida conectadas ao legado, ERP e CRM. A pré-condição da ICOM, de que a solução se acople ao CRM interno, não é uma restrição a contornar nesta proposta. É a forma como a Variance trabalha por padrão.
Ler texto não estruturado e transformar em decisão auditável.
Os insumos centrais são relatório de sessão e conversa de WhatsApp, os dois em texto livre e com formato variável. O desenho apresentado aqui trata isso de frente: extração com citação do trecho de origem, separação entre o que pode ser lido de texto e o que só pode vir de sistema, e saída que carrega a própria referência.
Operar canal conversacional com humano no meio.
O CP5 redige e o profissional envia. A Variance constrói assistência a canal de conversa com aprovação humana como padrão, não como exceção, e o limite entre sugerir e enviar está escrito no escopo.
Próximos passos · 09Próximos passos e validade
Aprovação desta proposta e assinatura do contrato, com a definição de controlador e operador para tratamento de dados, incluindo o conteúdo de conversa e o acesso do cliente final ao checklist, e com a forma de pagamento acordada.
Liberação de quatro itens pela ICOM, que é o que faz o cronograma começar a contar: o responsável técnico nomeado para o CRM interno, com credencial de acesso ao ambiente de homologação; o acervo de relatórios de sessão disponibilizado para inventário; o canal de WhatsApp definido, com a via de acesso ao histórico; e a agenda de quem detém o método, com as sessões de mapeamento marcadas, mais as duas sessões de validação da fase 2.
Início da fase 1 em até cinco dias úteis da liberação do item 2, com o Mapa de Deployment Gap e o processo de consultoria mapeado entregues três semanas depois.
Validade desta proposta: 15 de setembro de 2026
Variance. Construímos inteligência que opera.
VAR-ICM-2026-001 · Grupo ICOM · Setembro de 2026